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Redução de Perdas de Produção no Vale do Douro

Inovação Cotesi

Redução de Perdas de Produção no Vale do Douro

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segunda-feira, 11 Julho 2011
A Protecção de Culturas, recorrendo à utilização de Agrotêxteis em particular, são uma das muitas actividades em que a COTESI tem assumido um papel de liderança no mercado. Na gama de Agrotêxteis de Cobertura, as telas MOVPROTECT têm sido fundamentais na protecção Anti-Granizo e Anti-Pássaro. A colaboração com Universidades e Empresas de referência são factores fundamentais na implementação de técnicas inovadoras em regiões chave, tal como o Vale do Douro. Os trabalhos realizados juntamente com o Professor Manuel Oliveira do Departamento de Agronomia da UTAD (Universidade de Trás os Montes e Alto Douro) e a Quinta de Vale Meão (Pedro Oliveira Francisco Olazabal), visando a redução de perdas de produção utilizando Agrotêxteis, permitem já obter as primeiras conclusões sobre o sucesso das técnicas em causa.

O Vale do Douro é mundialmente conhecido como origem de Vinhos da mais alta qualidade. As condições extremas a que as vinhas são submetidas provoca todos os anos perdas consideráveis na produção de vinho, sendo a dissecação de uvas umas das causas principais.
O trabalhos em curso na Quinta de Vale Meão visam numa primeira fase aumentar a produção por hectare, actuando apenas na protecção da planta, recorrendo à utilização de agrotêxteis de cobertura.

A utilização deste tipo de tecidos é fundamental ao permitir uma redução considerável do stress na planta, permitindo desta forma melhores resultados na exploração agrícola.
As perdas por tempestades de Granizo e/ou ataques de Pássaros são duas das causas mais directamente ligadas a situações que todos os anos se registam um pouco por todo o mundo.
A COTESI tem uma vasta experiência na protecção de culturas, nomeadamente pomares (Uva, Pera, Maça, Cereja, etc).

No Vale do Douro, o desafio foi permitir o crescimento da videira sob condições de radiação mais adequadas, recorrendo à sua cobertura parcial.

Os primeiros resultados permitem concluir :
• Aumento da produção (cerca de 40%), devido apenas à redução de perdas por bagos desidratados.
• Melhoria da qualidade do mosto.

Foram também obtidas melhorias na graduação alcoólica e químicas, apesar de os aspectos enológicos necessitarem de mais estudo, em curso.

Anexamos os primeiros resultados obtidos, com a comunicação do Prof. Manuel Oliveira no congresso OIV 2011.

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